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Aconteceu de novo.
Novamente um grupo de médicos graduados no exterior foi induzido a complementar estudos antes de ter seu parecer em mãos, ou seja sem ter a ciência de todas as exigências da Universidade revalidante. Complementaram a título de extensão quando a instituição revalidante (neste caso a UECE) exige complementação à título de graduação, entre outras exigências desrespeitadas.
Isto significa que dinheiro e tempo foram postos fora. Não é só dinheiro que se perdeu, mas pessoas foram desrespeitadas. Quem indeniza o sofrimento de quem investe até o que não tem em busca de um sonho, e acaba vendo tudo se desfazer?
Enquanto isso nas redes sociais há quem questione a atitude de empresas como a nossa de optar por não receber dinheiro de seus próprios clientes antes de que sejam aprovados os planos de complementação, de não recomendar ações judicias, algumas desnecessárias, e tambem de retardarmos a oferta de vagas, enquanto não se tem certeza e confiança na proposta a ser apresentada. Não amparamos ambições mesquinhas de quem deseja apenas evitar que outras pessoas concretizem seus sonhos.
Não confundam SERIEDADE, PROFISSIONALISMO e RESPEITO ao cliente, com COVARDIA, isso é um erro, bem como rede social alguma substitui boas horas de estudo na hora de obter sua revalidação.
Lembrem-se que o mau prestador de serviços só existe porque algumas pessoas preferem contratar quem lhes ofereça uma sensação de conforto (por vezes falsa) do que ouvir alertas embasados na lei.
Caso não se sinta seguro em sua contratação, ainda há tempo de corrigir.