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A pioneira em revalidação de diplomas de medicina no Brasil.

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UFPB - pareceres, esclarecimento.

Todos os inscritos no processo de revalidação de diplomas de medicina da UFPB que estejam acompanhando a quantidade absurda de informações desencontradas emitidas sobre o andamento dos processos por parte da própria UFPB sabem que tal situação permite todo tipo de sensação, sendo que nenhuma é de segurança.

Durante três meses mantivemos nosso assessor em contato com a instituição, sempre de forma respeitosa, para verificar andamentos e solicitar quando necessário informações mediante abertura de processo administrativo (o qual restou sem resposta até a data de hoje).

É fato que a UFPB tem o prazo de SEIS meses para FINALIZAR o procedimento de revalidação de diplomas e ele só termina quando da emissão do parecer final ordenando o registro de diploma ou encaminhando para a complementação de estudos. Fato corriqueiro que se deu administrativamente na UFAL, UFMA, UFPA, UFC, UFSC e UFRN, ou pela via judicial na UFPel, UFMS, UFAL, UFSC (quando criou a nota de corte para eliminar candidatos no meio do processo administrativo).

A própria UFPB no ano passado deu complementação de estudos na própria universidade para os alunos que lá se inscreveram e ABSURDAMENTE neste ano, provavelmente por algum tipo de pressão não faz a entrega dos pareceres para complementação de estudos.

Sem adentrar no mérito de que a nota da graduação da medicina da UFPB ser 5,0 e a nota para aprovação na prova aplicada ser 7,0, e os altos índices de reprovação nas provas de revalidação que indicam alto índice de dificuldade.

Há os que justificam este ato com base na existência de uma “INDÚSTRIA DE REVALIDAÇÃO DE DIPLOMAS”, logicamente se referem ao processo de complementação de estudos CRIADO PELO GOVERNO FEDERAL E NÃO IMPLEMENTADO POR SUAS FACULDADES FEDERAIS. Tal “indústria” revalidou somente neste ano perante a UFRN mais de 200 diplomas DE FORMA LÍCITA, onerosa, mas TOTALMENTE LÍCITA, dando aos revalidandos um conhecimento em saúde pública que não obtiveram no exterior tanto em módulos teóricos como teórico-prático (em regime de internato) O QUE NÃO TERIAM SE TIVESSEM FICADO EM CASA ESTUDANDO, SENDO APROVADOS EM ALGUMA AVALIAÇÃO.

Portanto, assim como o médico não é culpado pelas doenças, as empresas que prestam serviços de assessoria aos médicos revalidandos não deveriam ser culpadas PELA INCOMPETÊNCIA ADMINISTRATIVA DA UNIÃO EM REALIZAR UM PROCEDIMENTO DE REVALIDAÇÃO DE DIPLOMAS 100% PÚBLICO E GRATUITO (aliás quando a UFAM cobrava R$5.000,00 e a UFMS R$7.500,00 para inscrições em procedimento de revalidação era PRESTAÇÃO DE SERVIÇO PÚBLICO NÃO CRITICADA POR NENHUM ÓRGÃO DE PROTEÇÃO DE CLASSE, ou seja só é indústria se favorecer ao médico revalidando).

O médico graduado no exterior não tem culpa por ser estrangeiro ou por ser brasileiro e não ter existido à época de sua graduação QUALQUER SISTEMA DE FINANCIAMENTO DE ENSINO SUPERIOR EFICAZ COMO TEM HOJE.

Em virtude de algumas ações judiciais, propostas por candidatos que se sentem prejudicados pela demora no parecer, através de advogados(a) com notável conhecimento na área, estamos orientando que aguardem por mais alguns dias o resultado destas ações, visto a UPPB já ter sido notificada devendo se manifestar a respeito e cumprir com o que for determinado pela Justiça.